quinta-feira, 9 de julho de 2015

Fuga da consciência

Primeiro eu vou no hospital ver se tenho alguma doença, seja no cérebro ou no corpo. Qualquer coisa. Depois de três horas volto pra casa sentindo que meu rosto está sendo rasgado por pássaros. Os médicos falaram que isso ia acontecer, é natural. Eles também falaram que e natural eu sentir vermes roendo meu corpo, sentimentos na qual eu perdi tudo, e essas coisas. E uma síndrome comum.
   Sim, eu sei o que significa ‘’vermes’’. Eu posso ter Síndrome do Cadáver Ambulante mais não tenho demência. Eu posso está no fim da vida mais ainda tenho coerência.
   Eu também sei o que significa coerência.
   A sensação mais obvia que eu posso descrever essa doença e a morte. Mesmo não conhecendo-a, deve ser essa sensação. Quer dizer, a sensação de morrer e ir pro inferno. Isso me lembra muito a ultima vez que minha mãe falou comigo, no hospital, ela está internada. As palavras dela foi basicamente assim: ‘’Não beba os remédios vermelhos, apenas os azuis, os vermelhos faz você ter overdose, os azuis são os que você usa para não menstruar e não ir pro inferno. O inferno e um lugar ruim, sabia? Você quer que Satã veja você menstruando? Acho que não!’’. Naquela época ela bebia e falava coisas horríveis, portanto, desculpe se isso te fez sentir mal.
   Eu me sinto mal. Ninguém se preocupa com isso, só quer saber de bebidas.
- Olha, para de escrever nesse diário. – a minha avó entra no quarto e fala como se fosse a rainha da Inglaterra. – Você deveria sair de casa, se divertir mais.
- Quando você tem uma doença que te atinge e melhor você ficar em casa, assistindo series e comendo torrada.
- Pare de me irritar! Eu já falei pra você sair de casa, arrume um namorado. – Ela parecia brava, mais mesmo assim me fez rir.
- Tudo bem, eu vou daqui a pouco.
    Ela saiu do quarto.
    Não, eu não vou daqui a pouco. Uma das coisas mais importantes que minha mãe me ensinou quando ainda são foi que as pessoas são burras o suficiente pra acreditar na primeira coisa que você diz. Por exemplo: ontem eu comi batata. Eu não comi batata, eu estou de regime, passei o dia na siririca. Eu aposto que você acreditou.
   Sim, eu sei o que significa siririca e eu costumo fazer muito.
   Minha avo bate na porta abruptamente, vorazmente, então a porta cai.
- O sua filha da puta, você vai sair daqui com ou sem eu querer!
- Explique-me isso.
   Ela tira do bolso uma 38, aquelas armas de filme, aponta para a sua cabeça e atira. Instantaneamente ela cai. Os miolos da cabeça dela voaram tudo na parede, foi algo... melancólico.
   Sim, eu sei o que significa melancólico.

   Eu tenho apenas mais uma coisa pra dizer pra minha avó: ela estava errada, eu não ia sair nem por bem nem por mal de casa.

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Inferninho I - Fight Club 4 kids - Frederico Burns

Com a falta de criatividade de seu respectivo escritor Frederico Burns tenho uma boa noticia. Talvez não uma boa noticia, apenas uma novidade a exalar no Antipoético. Quem curte o blog sabe que eu não bato muito bem da cabeça e sempre escrevo coisas fora do padrão da sociedade. Mais bem, há um padrão de sociedade? Há um padrão no que escrever? Que eu saiba, você pode escrever o que bem quiser, dar a sua opinião sobre o que bem quiser.
   Justamente, pensei em algo relacionado com o que você leu a cima. Pois bem, apresento a vocês o Inferninho. Será basicamente um ‘’clubinho da putaria’’ falando sobre várias coisas sem ter um tema fixo. Então se você curtiu essa porra, vamos pro primeiro inferninho:

***

Chuck Palahniuk e um escritor totalmente maníaco. Desde um cara fingir ser Deus a um sexólatra ele já escreveu. Decolando com o seu ‘’Clube da Luta’’ que acabou virando filme ele já chegou a escrever Clube da Luta 2, que no momento, se encontra apenas em inglês como ‘’Fight Club II’’.
   O episodio de hoje e a total criatividade de Palahniuk em escrever um livro para crianças. Pois bem, você não leu errado. Mesmo ele sendo aquele escritor do caralho, sendo underground o Clube da Luta ‘’acaba’’ de ter uma adaptação para crianças.
   Essa ideia dele deve ter vindo por causa que a maioria dos leitores de Clube da Luta tem filhos e nisso, o conteúdo do livro e um pouco forte, portando... ‘’porque não escrever um livro para crianças, do meu livrinho foda?’’ ele deve ter pensado.  Além de escrever um livro ele decidiu fazer a leitura do livro, portando, o vídeo estará abaixo. Lembrando que está em inglês.

Nesse vídeo (acima) você viu Chuck Palahniuk lendo um trecho de Fight Club 4 kids (o nome que foi dado pro livro, não real, obviamente). Ele se encontrava no escritório Mashable. 

sábado, 13 de junho de 2015

Trivalidade

Em uma cidade pequena, onde havia poucos moradores: um lugar um tanto seco e vazio, com pessoas de pouca personalidade e um pouco desprovidas de beleza física e de uma inteligência; porém era um lugar de boas pessoas, não havia desavenças, nem mesmo discussões familiares. Todos se davam bem e sabiam muito sobre a vida um do outro, apesar de ninguém saber o que realmente se passava na cabeça de cada um.

Alguns moradores se destacavam ali, como a família Lewis. Por algum motivos eram diferentes: é uma coisa que não pode ser explicada, e sim admirada. Eles tinham certo domínio por aquela pequena cidade, era como se tudo o que dissessem fosse lei. Eram mais inteligentes, elegantes, todos com uma beleza marcante, mesmo que fossem pouco notáveis. as pessoas se sentiam um tanto frustradas perto deles, mas não chegava a ser inveja. Inveja acabava sendo algo desconhecido naquele lugar tão afastado de tudo. 

O pai, Thomas, era um homem alto de cabelos negros, olhos castanhos, forte e muito charmoso apesar de estar beirando os 50.

A mãe, Kate, era uma mulher de estatura mediana, cabelos loiros, com alguns fios brancos. Parecia muito carismática, e de olhar radiante lindos olhos verdes, mesmo com os sinais da idade, que por sinal um pouco avançada, já estava em seus 55.

A filha mais nova, Alicia, havia puxado as características físicas da mãe, loira dos olhos verdes, corpo magnifico, de enlouquecer qual quer um mesmo estando com 16 anos.

A mais velha, Lorena, parecia muito com o pai. Possuía cabelos negros, olhos castanhos e muito marcantes, apesar de não ser tão atraente como sua irmã mais nova, mesmo com a diferença de quatro anos de idade. 

Um dia Thomas e Kate resolveram sair em um passeio romântico para ver o por do sol. O sol se pôs e eles não voltaram, e as meninas deduziram que eles decidiram aproveitar um pouco mais do que a paisagem. Foram se deitar, o sol nasceu, e eles ainda não haviam chegado em casa. As meninas ficaram um pouco preocupadas. Novamente o sol se pôs, e eles não voltaram. Na manhã seguinte, quando o sol nasceu, foram preocupadas à procura. Não seria algo demorado, pois toda a cidade foi ajudar. Foi ali que o mundo de Alicia e Lorena desabou: ao procurarem em um bosque que havia ali do lado encontraram os corpos de seus pais, mutilados e quase que irreconhecíveis. Uma coisa era certa: foi uma morte lenta e dolorosa.

As duas ficaram inconsoláveis, pis não sabiam o que fazer. Quem poderia ter sido? Quem faria uma coisa dessas? Todos os respeitavam muito, e ninguém ali seria capaz de tal crueldade. Aquelas pessoas só comiam carne em ocasiões especiais para não ter que ficar sacrificando animais! 

Será que havia um assassino se escondendo pelas redondezas da cidade? Não havia como conseguir se esconder em uma cidade tão pequena. Era praticamente impossível. A cidade não mediu esforços para procurar estranhos e suspeitos, mas não encontraram nada.

Sem esperança de um dia encontrar o assassino de seus pais, Alicia resolve caminhar pelo local do crime, e lá encontra James, da família Johnson.

Ela o conhecia de vista, mas nunca parou para conversar com ele por mais de meia hora, apesar de acha-lo muito bonito.

James tinha corpo bem estrutural, seus cabelos castanhos lisos que alcançavam o cumprimento da orelha, olhos castanhos claros, já estando com seus 20 anos e tendo traços masculinos muito fortes.

Curiosa pra saber o que ele fazia ali naquele local se aproximou, ele a viu chegar e se virou em sua direção, e então ela perguntou o que ele fazia ali. Ele demorou uns 3 segundos para responder, e disse:

- Nada, só estou pensando na vida, gosto de vir aqui para pensar. Faço isso desde os meus 4 anos.

- Mas porque aqui? –Perguntou ela

- Não sei, sempre gostei muito desse local, mesmo sendo um pouco sombrio ao por do sol. – Respondeu ele.

- Você sabia que foi aqui que meus pais morreram? Você estava por aqui? Você sabe quem é o assassino?

- Sinto muito, mas não sei, estava na cidade vizinha quando isso aconteceu. 

E em meio a um breve segundo, ela começou a chorar inconsolavelmente. Ele, sem saber o que fazer, se aproximou um pouco e fez com que ela se sentasse numa pedra que havia ali. sentou ao seu lado e a envolveu em seus braços, e ela apoiou a cabeça em seu ombro. Ali ficaram por longos minutos.

E quando ela finalmente consegue parar de chorar, eles começaram a conversar, e ficaram ali, durante horas, sem que ela percebesse o sol já estava se pondo. Ao perceber, disse que precisava ir pra casa, pois sua irmã ficaria preocupada. Mas pediu que se encontrassem de novo.

Chegando a casa encontrou sua irmã furiosa, que já estava preocupada achando que poderia ter acontecido algo. Mas Alicia a ignorou e foi deitar.

No dia seguinte foi se encontrar com James, e novamente conversaram por horas. Todos os dias foram assim. Passaram-se dois meses e eles estavam se gostando. Na verdade ele gostava dela, e ela somente se consolava nele. Mas era feliz ao seu lado. 

Alicia conheceu um menino, Harry, misterioso, um jeito mais viril. Aparentemente não era tão bonito, mas seus olhos pretos, escuros como as noites mais sombrias, a atraiam por algum motivo.

Ela se aproximou, puxou assunto, ele a olhou. Admirou sua beleza por alguns segundos antes de responder a garota. Ela o chamou para andar por ali, e ele aceitou. fez-lhe muitas perguntas, que ele respondeu, e ela perguntou se podia ter a amizade dele. Uma pegunta bizarra, mas ele disse que sim. Ela queria mais do que conversar com ele, mas não podia, tinha namorado. Os dois ficaram de se encontrar mais tarde. Ela foi pra casa, se arrumou e eles saíram: foram andar, e ele sugeriu que eles fossem ao bosque que tinha ali perto. Ela parou por uns segundos, ele sem entender, e ela contou a historia de seus pais. Pedindo desculpas pela sugestão, se surpreendeu ao ouvir ela dizer que não havia problema, e que eles poderiam ir para lá sim. Eles conversaram muito, ela contou sobre sua vida, ele sobre a vida dele. E ali nasceu uma grande amizade.

Um mês depois ela se deparou completamente apaixonada por ele. Então decidiu largar tudo: iria contar o que sentia, e terminar com James para ficar com ele. Chegando em casa ela se deparou com Harry sentado e perguntou o que ele fazia ali. Então ela teve uma noticia que acabou com seu dia: Harry estava namorando Lorena. Não pode acreditar, o garoto ficava muito na sua casa mas ela nunca havia reparado nada entre eles.

Alicia chamou Harry para conversar em particular, e começou a indaga-lo sobre esse relacionamento, e ele estranhou, achou que ela fosse ficar feliz por ele. Então Alicia contou sobre seus sentimentos, e que queria ficar com ele. Harry pediu desculpas assustado, mas disse que teria que se afastar dela. Saiu andando e deixou a menina sozinha.

Duas semanas depois, Harry ainda não dirigia a palavra para a menina, então ela chegou perto dele e disse:

- Harry eu sinto muito meu amigo, e torço verdadeiramente pela felicidade dos dois, você mais do que ninguém me conhece, desculpe se eu estive um pouco confusa sobre meus sentimentos.

Ele olhou para ela deu um abraço muito forte e disse

- Estava sentindo falta da sua amizade pequena.

Alicia terminou seu namoro com James, que não aceitou muito bem. Ficou bravo, até a ameaçou, dizendo que para seu bem era melhor que nunca mais pisasse no bosque.

Passando três meses, tudo estava correndo perfeitamente bem. Lorena estava muito feliz com Harry, e as duas já estavam superando a morte de seus pais.

Harry e Lorena resolveram ver o por do sol no bosque juntos. Ao amanhecer, Harry foi ate a casa delas, e Alicia perguntou por Lorena. Ele, assustado, perguntou:

- Como assim cadê a Lorena? Ela não veio para casa?

- Não. – respondeu a menina assustada. - O que houve?

- Ela disse que iria resolver uma coisa e que já vinha pra cá, disse para eu não me preocupar, e ir direto pra casa.

- Então você a deixou no bosque? – Disse em um tom mais assustado ainda. – vamos para lá procura-la.

Os dois correram para o bosque, e a encontraram com o corpo mutilado e quase irreconhecível. Assim como o de seus pais, as pessoas da cidade acabaram supondo que havia sido o mesmo assassino. 

Alicia e Harry fizeram com que James fosse punido da pior forma possível. Harry estava próximo quando Alicia foi ameaçada, e alegou isso contra ele, e Alice completou dizendo que ele confessou andar sempre pelo local. Apesar de todos serem contra a violência eles optaram por matar James, e o condenaram a forca.

Alicia deu muita força ao Harry, que se encontrava inconsolável naquele momento. E agora Alicia só tinha ao Harry: quando todos estavam mortos, ela soube que poderia contar sempre com ele.

Depois de alguns meses os dois estavam mais próximos do que nunca. Alicia roubou um beijo de Harry, beijo que foi correspondido, e então os dois decidiram namorar.

No dia em que completava um ano a morte de Lorena, Harry levou Alicia para o local da morte. Mesmo sem entender, não falou nada, e quando chegaram lá, Harry olhou para ela e disse:

- Se vamos mesmo ficar juntos, ah uma coisa que você precisa saber.

Alicia o indagava com o olhar, percebia o quanto ele estava nervoso, e mesmo sem entender continuou quieta, e deixou com que ele continuasse.

- Então Alicia, foi eu quem matou seus pais.

A menina parou por uns 5 segundos, olhou para ele, colocou a mão direita em seu rosto e disse:

- Não tem problema Harry, até porque eu matei sua namorada.

domingo, 7 de junho de 2015

Menstruação casual


Essa e a historia do garoto burro que em uma bela refeição acabou a morder uma coisa errada... não um pau grande e grosso, antes fosse na verdade, e sim a língua. - Uma bela dentada por sinal.

**

Ele comia os alimentos como um predador come a presa. Ou um sexólatra devorando uma boceta vermelhinha/marronzinha vorazmente. Ele mexia a boca como ninguém, fazendo toda aquela comida dançar na boca dele. Interessante por sinal. 
- Coma devagar meu filho. – A mãe disse do outro lado da mesa vendo o filho virar um predador e tanto! – Pode acabar mordendo a porra da língua, isso não e bom sabia? -Mesmo com a boca cheia de comida o garoto burro abriu a boca pra falar:
- Relaxa a boceta mãe! Estou virando um homem já! Eu sei me cuidar. – Em quanto ele falava um tsunami de comida saia da boca dele indo direto para o prato novamente.
  Nessa mesma fala do garoto burro algo aconteceu com ele... ou melhor dizendo: aconteceu com a língua dele. Ele deu uma dentada na própria língua, na qual começou jorrar sangue pra fora como em uma menstruação casual. Talvez a menstruação da língua do garoto tenha chegado mais rápido.

   Se bem que hoje em dia ele come com cautela. Pelo menos a língua não está menstruando mais. Ou pelo menos não na mesa... 

domingo, 10 de maio de 2015

Robert, o investigador!

Durante o fim de outono o grande Robert investigava casos sobre atentados terroristas, isso inclui assassinatos, bombas e ate mesmo cabarés. Cabarés são muitos famosos em Veneza, principalmente quando vem muitos visitantes interessados em uma boa foda. A questão é: cabarés são proibidos. Prostitutas são livres a fazer o que querer mas cabarés não deveriam existir, se bem que, todos adoram uma boa foda em um lugar escondidinho. Não que eu goste, longe disso.
   Em uma noite insólita de 1986, Robert invadia uma casa com queixas de ser um cabaré. Vorazmente Robert quebrava portas com o pé e dizia: ‘’coloque as roupas e mão na parede’’ e se você me perguntar se Robert era da policia eu posso muito bem mentir e dizer que sim. No quarto 023 da ‘’casa’’, Robert invadiu e bem... ninguém esperava aquilo. Era uma cena de assassinato a sangue frio? Não. Eram pessoas usando droga? Não, pior! A mãe de Robert estava lá, com os seios muchos para fora se remexendo feito louca. Os visitantes se masturbavam para a velha o barulho de lá era ‘’ploc, ploc, ploc e ploc’’. A sala cheirava a enxofre, masturbação é maconha.

   Robert tentou se disfarçar na sala 023 como um visitante normal, tirou a mãe de lá e foi tirar uma satisfação com ela: ‘’O que está fazendo ai? Está ficando louca?’’ ele perguntou e ela respondeu: ‘’Eu queria diversão’’ ela disse. ‘’E o papai?’’ Robert perguntou ‘’Ele me trai com aquela vadia da casa amarela a tal Erica, você a conhece?’’ a resposta foi dada. Assim Robert entrou em choque! Robert também comia a Erica! Assim Robert voltou para a casa com a sua mãe e tudo ficou normal... menos a boceta da Erica que ficou meio arrombada.

terça-feira, 28 de abril de 2015

O Ventilador

- Garoto, pare de olhar para esse ventilador! Ele não vai sair daí. – Disse o professor – agora olhe aqui, a aula! Na sua frente não no teto!
- Porra professor, calma. Ele está diferente parece... seila, olha para ele e me diz o que você vê
- Não tenho tempo para isso.
O garoto começou a ‘’prestar atenção’’ na aula de historia do tal professor, alguns alunos conversavam outros liam, inclusive ele era uma dessas partes que lia. Estava lendo ‘’A dança da morte’’ do Stephen King. Ate que algo bizarro começou a acontecer com o ventilador, ele começou a girar girar e quando o garoto olhou para cima. Lá se foi uma cabeça.
  O ventilador começou a voar, LITERALMENTE, arrancando cabeças pra caralho. O professor dava umas risadas, foi ate para a porta para nada acontecer. Filho da puta. E quando alguns alunos pensava que ele ia fazer algo ele apenas disse:
- Obedeça seus professores, garotinhos.
  Claro, o ventilador parou e quando parou estava ensanguentado, tinha partes de cérebro, miolos e na sala uma grande obra-prima sanguenta. Pra completar essa historia posso dizer que o professor sumiu de vista. O que hoje nós trás arrepios ate porque ele pode ser o seu professor.

   Se houver boatos que o ventilador está quebrado e o professor e uma pessoa elegante e boa eu recomendo você ficar longe deles. Ate porque os verdadeiros monstros são os humanos.